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Volto a me reportar aqui.
O coração está saindo pela boca e a saudade resistindo.
O estranhamento da novidade continua.
Maior do que ele é a curiosidade.
Somos feitos de congelantes mistérios
O gelo já não resiste
Está aos poucos se quebrando em milhares de partículas
O Titanic derrubando o Iceberg e não o contrário.
Desafiamos a física, a química e o passado.
Deixe ir.
Terça-feira e o frio já não é mais incomodo.
Um dia de sorrisos, de confissões...de se banhar na chuva.
E o amanhã...o que será?
Continuo a pressentir o acontecimento do século as portas.
Pode muito bem ser só o acaso tirando meu sono, fertilizando meus sonhos.
Fértil imaginação.
Supérfluo sentimento.
Hoje sorriso..
E o amanhã...o que será?
Uma prece coletiva para que o navio não se afunde...
É segunda-feira e eu já quero te ver de novo.
Pode ser uma doença, um vicio ou um indicio de que o sol e a lua se encontraram.
Não vou culpar nenhuma estrela, nem de clichês preencher esse sentimento
Ele pode muito bem estar só de passagem
Mas verdade seja dita: sua bagagem é pesada e a estadia exigente
São como seus olhos carregados de vida.
É segunda-feira e apesar de o fim de semana ser repleto da sua presença
E de no restante dos dias a modernidade permitir nossa comunicação
Nada consegue tirar aquela sensação de que você foi parar do outro lado do mundo.
Isso é ruim.
Péssimo!
É segunda-feira e eu já quero te ver de novo.
Novo.
Não se sabe se você veio pra ficar, machucar, amar.
Você tem seus mistérios, eu tenho os meus
E apesar de já estar tudo nas entrelinhas, nem Sherlock pode solucionar essa charada
Quem sabe um dia nossa verdade venha a toda
Ou quem sabe fique tudo na ficção
Nela somos profissionais.
Alegrias de sábado.
Sentimentos de segunda.
Emoções para os próximos capítulos...
Já falaram que seria épico, já disseram que seria exagero, torceram e distorceram. Eu não sei o que se passa na sua mente e dessa vez nem mesmo as estrelas parecem me indicar alguma coisa. Eu só sinto a brisa no ar.
É aquele tipo de coisa de cinema que faz meu coração sair pela boca e enquanto eu praticamente enfarto você fica ai com essa mania imutável de fazer o mundo inteiro sorrir quando você respira.
Estou zarpando novamente. Daqui até o infinito, de volta ao universo paralelo.
Não me importa mais o que dizem sobre ter os pés no chão ou encarar a realidade. Meu lugar não é aqui, meu chão é fora da gravidade.
Você é o tipo de acontecimento que todos os visionários a espreita estiveram tentando matutar esse tempo todo, mas que na verdade nunca acreditaram que poderia realmente acontecer.
Daí de repente todos os noticiários começam a falar sobre você, cruzando céu afora tipo um meteorito que chama toda a atenção pra si.
Quando eu soube, fui obrigado a fazer contatos imediatos de sei lá quantos graus. No fundo, eu sempre tive esperança de que você apareceria.
Algo está acontecendo comigo...eu não sei dizer o que é. Já tentei decifrar de várias formas, já experimentei até o jogo da velha. Nada. Algo está errado, ou algo está prestes a ser perfeitamente alinhado. Houston, temos um problema....